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segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Como negar?

De Sonia Pedrão Rio Branco Garrido
Para Joselito

Há poesia em cada suspiro deste rapaz,
Há poesia em sua coragem e seu medo,
Há poesia em sua incessante busca de paz
E na  expressão de seu desassossego.
Há poesia  no seu conflito humano
Em buscar se esconder, e expondo
Em equilibrar o seu sagrado e o profano
Há poesia  em viver sua vida compondo
Há poesia na solidão que lhe cala fundo
Há poesia  neste coração errante
Há poesia no seu amor pelo amor profundo
No sentimento pelo próximo e o distante
Há poesia  na esperança que o sustenta
Há tanta poesia na sua capacidade de inspirar
Que até eu fiquei poeta!
Deus abençoe seu direito de amar!

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