Não há nada que se compare
Ao coração do poeta amante.
Que de sofrer não pára
Dores inquietas e lancinantes.
Das amarguras vividas,
Abre-se o peito, fala a ferida.
Pelos olhos lacrimejantes,
Caminho errante segue na vida
Guerreiro de luta e glória
Na campanha do amor constante.
Segue em busca da vitória
O conquistador poeta, o amante.
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