Sou o amigo que não procuras,
Sou o mendigo que vive nas ruas.
Sou o favelado que não tem o que comer,
Sou o rapaz que pede água de beber.
Sou aquele que não tem carinho,
Sou o menino que no mundo vive sozinho
Sou o injustiçado pela sociedade,
Sou o mal visto, pela humanidade.
Sou o malandro, exilado
Sou o pobre coitado, abandonado.
Sou o cego na sinaleira
Sou o garoto que, de fome, bate carteira.
Sou os lábios sedentos
Sou os olhos lacrimejantes,
Sou a criança sem esperança.
Sou o brilho no horizonte.
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