Morre o poeta, nasce a promessa de
Mais um poema ganhar vida eterna
A musa é a fonte de amor e de beleza
Dando-lhe luz, existência eterna.
Nos cativa com graça, seduz, embeleza.
Segredos confessos, guardados se reza.
Encantos, suspiros, amor, desencontros;
Traduz o poema, às vezes em pranto;
É doce a letra, sozinho a escrevo,
A mesma que chora, a tantos encanta;
Me lembra a vida, até o teu cheiro
Por isso escrevo, sorrindo ou em prantos.